|  | Chegamos em Santa Rosa e fomos direto ao hotel. Tínhamos reservado 2 diárias no Hotel Gloria e chegamos lá para fazer o check-in. A dona logo nos atendeu e, pedindo muitas desculpas, nos avisou que já eram 19hs e ela tinha achado que nós não íamos mais aparecer. Chegou um ônibus cheio e ela acabou dando nosso quarto para eles. Ela prometeu nos ajudar a achar um lugar para passar a noite e ainda nos disse que poderíamos voltar no dia seguinte, que ela nos daria um quarto sem cobrar nada. Depois de umas ligações, ela nos mandou para a Hosteria del Sol. Chegando lá, percebemos que o lugar não era exatamente muito normal e o quarto era bem mais antigo do que gostaríamos, mas estava tudo muito limpo e arrumado. Independente de qualquer coisa, o dono da pousada era um senhorzinho muito simpático e descolado. Nos tratou muito bem e, o tempo inteiro, mostrou ser uma pessoa extremamente feliz e de bem com a vida. Muito bom conhecer gente assim... Saímos umas 21hs para jantar. Como a cidade é pequena, fiquei com medo dos restaurantes fecharem cedo. Mas que nada! Acho que fomos os primeiros a chegar - quando saímos estava bem mais cheio!
Por indicação do tiozinho da Hosteria, jantamos em um lugar chamado La Pulperia, que fica no comecinho da rua Libertad. Comemos trucha e bebemos sangria - a receita da região não tem pedaços de frutas, mas sim suco de limão e açúcar. Muito bom!
Depois andamos pela rua Libertad, tomamos um helado de dulce de leche e voltamos felizes para a Hosteria.
No dia seguinte, antes de sair para conhecer outras vilas, andamos um pouco por Santa Rosa. Fomos até o rio, que no verão é como a praia da cidade. Muito limpo, cheio de pedras redondas e bem raso. Se não estivesse friozinho, teríamos entrado!
De noite, voltamos para Santa Rosa e fomos finalmente para o Hotel Gloria. A dona cumpriu o prometido e nos deu o melhor quarto do hotel! Tinha uma ante-sala e um banheiro enorme, com hidromassagem e tudo mais! Aproveitamos para descansar um pouco...
Compramos alfajores em uma fábrica da cidade e jantamos em um restaurante na rua Mendoza, que me esqueci o nome (Los Piños, ou algo parecido). Comi trucha de novo, dessa vez com molho de champignons. O Chan pediu um tal de Pejerey, que também é típico da região e era bem gostoso! Mais um helado de sobremesa e fomos dormir. No dia seguinte, acordamos cedo e pegamos a estrada em direção à Córdoba. |
|  | Saímos de Córdoba às 16hs de uma sexta feira. O dia estava lindo e tínhamos que rodar 100km até chegar a Santa Rosa de Calamuchita. No caminho, muitas cidadezinhas e vilas para conhecermos.
Começamos por Alta Gracia, onde fica a Estancia Jesuitica - um complexo construído no século XVII pelos Jesuítas. Os prédios foram transformados em um museu sem grandes atrativos, mas por 4 pesos vale a pena entrar para ver. Seguimos mais para o sul e paramos em vários pontos para fotografar a represa chamada Dique Los Molinos. Com muitas montanhas em volta, a cada curva a paisagem fica mais bonita. A estrada continua, com muitas curvas e subidas. Como já estava ficando tarde, continuamos sem paradas até chegar em Santa Rosa de Calamuchita , onde dormimos. (As fotos de Santa Rosa estão em um álbum separado)
No dia seguinte, fomos mais ao sul em direção à outra represa, chamada Embalse. Paramos nas vilas nas margens dela: Villa Rumipal, Villa del Dique e uma chamada também Embalse.
Arriscamos ir mais uma cidade pra frente, chamada La Cruz. Foi uma perda de tempo. Era uma cidade feia, nada turística e até a tal cruz era sem graça!
Pegamos uma outra estrada, indo para o Oeste e fomos até Yacanto de Calamuchita. Uma cidadezinha simpática, mas as melhores vistas estavam mesmo no caminho até lá. Da estrada podíamos ver de um lado o Cerro Champaquí - pico mais alto da região - e do outro as Sierras Chicas.
Voltamos para Santa Rosa, aproveitando a paisagem do caminho de volta. Passamos mais uma noite por lá.
No último dia, tínhamos que voltar para Córdoba, então seguimos para o norte. Paramos na Villa General Belgrano, que foi fundada por alemães e tem muitos prédios típicos. Como toda boa cidade alemã, lá existem algumas cervejarias artesanais. Paramos na mais antiga de todas: Viejo Munich.
Experimentamos 2 tipos de cerveja (Frambuesa e Roja - as 2 muito boas!) e comemos empanadas de cabrito - as melhores de toda a viagem! Quem passar por lá não pode deixar de pedir... Compramos também outros tipos de de cervejas para trazer ao Brasil.
Resolvemos subir um morro da região, chamado Pico Alemán. Uma subidinha puxada, de uns 40 minutos, com muito sol na cabeça. Teria sido mais agradável, se eu não tivesse tomado as 2 cervejas quase sozinha... Fiquei meio tonta, mas a vista lá de cima valeu o esforço.
E ainda tinha uma estátua da "virgen" para purificar todos os meus pecados! Depois disso, a descida foi bem mais fácil...
Já estava na hora de ir e voltamos para o carro. Continuamos sem muitas paradas, fizemos um caminho diferente na volta, passando por Los Reartes. Vale a pena só pela vista do Dique Los Molinos por outro ângulo.
Chegamos em Córdoba e voltamos para São Paulo na madrugada seguinte. Fim do fim de semana Argentino. |
|  | Uma promoção da Smiles e vôos lotados para qualquer outra cidade da América do Sul. Foi assim que decidimos ir para Córdoba, na Argentina.
Pesquisamos sobre a cidade, que é a segunda maior da Argentina e descobrimos que as maiores atrações são algumas igrejas e prédios das universidades antigas. Encontramos também muitos elogios sobre a vida noturna, já que a cidade é cheia de estudantes.
Após uma parada em Porto Alegre, chegamos de madrugada ao aeroporto de Córdoba. O taxi custou cerca de 40 pesos e demorou pouco mais de 20 minutos. Ficamos hospedados no Gran Hotel Victoria, que tem um nome bonito, mas está meio caidinho. Fica bem localizado no centro da cidade, mas está velho e mal-cuidado. Apesar de tudo, era limpinho... Está sendo reformado e renovado e, talvez, fique melhor depois de terminado.
A cidade em si não é muito bonita. As ruas centrais chamadas "Peatonais", onde carros não podem entrar, são bagunçadas e as lojas não aguçaram meus instintos consumistas. As igrejas e prédios históricos construídos pelos Jesuítas são muito bonitos por dentro e por fora, mas podem ser vistos em algumas poucas horas.
O rio Suquía, que corta a cidade, está longe de ser bonito. Faz melhor negócio quem vai para o sul, na região do parque Sarmiento. Não conseguimos encontrar - nem no mapa, nem na cidade - o bairro chamado "Cerro de las Rosas" onde supostamente existem vários restaurantes bacanas.
Como dica de restaurante só posso falar de um lugar simpático na Calle Caseros (não me lembro o nome, mas fica em frente a uma pracinha), onde comemos um prato típico da região de Salta, no norte Argentino. O Locro era um tipo de sopa à base de milho com pedaços estranhos de carne que eu prefiro não saber de que parte da vaca vieram. O que importa é que estava gostoso e foi muito bem acompanhado por empanadas de carne. :-)
No total, ficamos menos de 2 dias na cidade, mas foi o suficiente. De lá, alugamos um carro e fomos conhecer o Valle de Calamuchita, cerca de 100k ao sul de Córdoba. Essa foi a parte da viagem que fez tudo valer a pena. Fotos no póximo álbum. |
|  | Fizemos a cicloviagem de 4 dias chamada "Terras Altas da Mantiqueira". O percurso: Passa Quatro - Virgínia - São Lourenço - Itanhandu - Passa Quatro. Foram mais de 150km pedalados, muitas subidas e descidas, vistas maravilhosas das montanhas mineiras e no última dia, um banho de rio muito bom! :-) |
|  | Os bchos que encontramos por lá... |
|  | O Parque Nacional de Bonaire tem paisagens bem diferentes do que o resto da ilha, algumas "montanhas" e muitos cactus. As praias são voltadas para o mar aberto, com muitas ondas e splashs. |
|  | Ano novo em grande estilo! Fomos para Bonaire, nas Antilhas Holandesas. Mar muito azul por fora e com muito mais cores debaixo d'água! Mergulhamos muito de dia e de noite, conhecemos o naufrágio Hilma Hooker, nos aventuramos no windsurf, vimos os peladões em Sorobon e observamos as iguanas e os flamingos. |
|  | Depois da trilha de bike, passamos o resto do fim de semana em Monte Verde. O camping ficava em um lugar lindo, no meio das montanhas!
No sábado, fizemos uma trilhazinha a pé para chegar na Pedra Partida, de onde se tem uma vista de toda a região. Dizem que dá pra enxergar até a Pedra do Baú, mas a gente não conseguiu encontrar...
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|  | Nosso fim de semana em Monte Verde começou com trilha de bike em Joanópolis. Saímos da cachoeira dos Pretos e foi uma volta de 22km até voltarmos para o mesmo lugar. A corrente da tandem que deu uns peripaques no meio do caminho e nos obrigou a empurrar nas subidas mais puxadas, o Conrado quase atropelou um caminhão e a Ju quis testar a resistência da sua calça em atrito com o chão. Mas fora isso, foi legal! |
|  | Sábado de sol na vila de Paranapiacaba. O guia nos contou toda a história da vila, da ferrovia, dos ingleses e ainda nos levou para fazer uma trilha de onde pudemos ver a cidade de Santos. |
 Um bar diferente de todos os outros da cidade. Aqui a atração não são cervejas ou petiscos, mas sim os jogos! Há um cardápio onde você pode escolher entre centenas de jogos, desde os clássicos da infância até os importados mais diferentes. Alguns monitores ajudam a escolher e ensinam como jogar. Em cerca de 3 horas, montamos ferrovias pelos Estados Unidos, depois negociamos, chantageamos e enganamos uns aos outros,derrubamos a torre de madeira, tentamos dar pinote no burrico e brigamos pelo bastão de madeira no centro da mesa. E, como qualquer bar, é claro que você pode pedir cervejas, drinks e petiscos. Recomendo o balde de batata frita "Super Jenga"- enorme, com batatas sequinhas e a um preço honesto. Geralmente sou contra pagar entrada em bares, mas, nesse caso, os R$12 valem a pena. Lugar super recomendável e que eu pretendo voltar logo! Ludus Luderia http://www.ludusluderia.com.brR. 13 de Maio, 972 3253-8452 Valeu Tolee pela dica! :-) Na próxima espero que você possa ir... 
|  | Fim de Domingo no parque Villa-Lobos. Fomos atrás de boas fotos e o delicioso picolé de R$0,50. As fotos estão aí, mas o picolé não estava lá. Acabamos nos contentando com um inflacionado picolé de leite condensado do Rochinha na loja de conveniência mais próxima... |
|  | Sábado de muito sol no Guarujá. Fomos primeiro para a paia de São Pedro, que fica meio escondida e não tem cara de Guarujá. Depois de almoçar um peixe muito bom, paramos na enseada e aproveitamos a tarde. No fim do dia, corremos no calçadão e demos um último mergulho já de noite. Terminamos com sorvete e churros do gordo. Ah, se todos os sábados fossem assim... |
|  | Passeio em Embu das Artes num sábado à tarde, com direito a parada para feijoada. Na volta, passamos num beco da Vila Madalena para fotografar os graffitis. |
"Viver na europa é bom, mas é ruim. Viver no Brasil é ruim, mas é bom." Ouvi isso em algum lugar logo que voltei e achei que fazia todo o sentido. Mas começo a ter as minhas dúvidas... Em 4 semanas, muita coisa já aconteceu. Vi (e senti na pele) a cidade bater records e mais records de trânsito. Descobri que andar de bicicleta por aqui é uma aventura perigosa. Vi uma quase-guerra começar na américa Latina. Vi o Lula falando as besteiras de sempre, e o povo gostando cada vez mais dele. Paguei uma média de R$13 em estacionamento em cada uma das 40 entrevistas de emprego que já fiz. Continuo sem emprego, apesar das muitas entrevistas semanais. Engoli muita fumaça correndo na Av. Sumaré. Percebi que meu pulmão, que se acostumou com o ar puro da floresta, vai se acostumar com a poluição de novo. Fui devorada por borrachudos canibais. Sofri um sequestro-relâmpago, e ainda tenho que admitir que os ladrões foram "legais". Agora me assusto com qualquer um que passe do meu lado na rua. Fiquei revoltada com 2 caras fumando ao lado da bomba de gasolina, e o frentista falando que eles podem fumar lá pois são os donos do posto. Tenho medo de virar uma chata que só enxerga o lado ruim das coisas. Afinal de contas, morar no Brasil é bom. Eu sempre achei e defendi a idéia de que tem muito mais coisas boas do que coisas ruins aqui. Mas, temporariamente, tenho que dizer que o saldo está empatado... :-\
|  | Travessia de 3 dias, saindo de Paraty e terminando em Laranjeiras. Muitas subidas e descidas, com um sol de fritar a cabeça.
A vista maravilhosa compensou todo esforço... montanhas e praias desertas com mar azul! Viagem perfeita para matar a saudade de todas essas coisas boas que não tem na Holanda... :-) |
Nunca gostei de quem publica letra de música em blog. Acho bobo e sem sentido. Blog é um lugar pra se expressar, e ficar copiando palavras de outras pessoas não tem graça.
Mas tem vezes na vida em que a gente muda de idéia, mesmo que só por um dia. E hoje eu estou assim. E achei que essa, e só essa, merecia estar aqui.
Sobrenatural
Livros, testamentos Folhas de jornal A vida é curta, mas não é pouca
Máquina do tempo, Bola de cristal Sobrenatural é eu saber que não serei pra sempre assim Me destaco de um álbum de fotografia antigo pra lembrar de mim
Dizem fiquei fora por tempo demais e aquele agora ou nunca ficou pra trás
O que não disseram é que voltei diferente e que o meu agora é daqui pra frente
Nada me amarra Passado é propulsão Todos meus caminhos Começam com um pé no chão Hoje quando o sol saiu eu resolvi voltar
|  | Fim de tarde no meu último domingo em Den Haag. |
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